O Corinthians vive um mês de novembro determinante tanto no campo quanto nos bastidores políticos. Na 17ª colocação do Campeonato Brasileiro, dentro da zona de rebaixamento, a equipe busca somar pelo menos sete pontos para se livrar do risco de queda antes da rodada final.
Paralelamente à luta no torneio nacional, o clube se prepara para a eleição presidencial no Parque São Jorge, agendada para o dia 28 de novembro, que vai definir a diretoria para o triênio entre 2027 e 2029.
No âmbito esportivo, o time comandado por Clarence Seedorf tem quatro compromissos marcados no penúltimo mês do ano. O Timão enfrenta o São Paulo na Vila Belmiro, o Botafogo na Neo Química Arena, o Atlético-MG em Belo Horizonte e o Grêmio novamente em Itaquera. A trajetória da equipe na competição será concluída apenas em dezembro, no confronto diante do Remo, no estádio Mangueirão, válido pela última rodada do Brasileirão.
Nos bastidores, o pleito eleitoral registra quatro chapas homologadas na disputa pela presidência. Estão na corrida André Castro, com Everton Dumbrovsky e Luiz Soares dos Santos como vices; Ilmar Schiavenato, acompanhado por Susy Miranda e Ernesto Teixeira; José Augusto Mendes, com Marcelo Mandel e Mirella Havir; e Rozallah Santoro, ao lado de Joaquim Mansur e Zezinho Mansur.
O empresário Sérgio Janikian teve a inscrição rejeitada pela Comissão Eleitoral e pela presidência do Conselho Deliberativo, necessitando de recurso na Justiça para ingressar na disputa.
O processo eleitoral ocorre em meio a uma crise esportiva, financeira e institucional sob a gestão do atual presidente Osmar Stabile. Pressionado nos bastidores do clube, o dirigente chegou a cogitar a candidatura à reeleição, mas desistiu de participar do pleito. Cabe agora aos associados escolherem qual das quatro chapas assumirá a responsabilidade de gerir o clube nos próximos três anos.
Redação Jornal Voz do Litoral
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